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quinta-feira, 16 de junho de 2011

Carta ao cruel...


Sarcástico Hipotálamo de demoníaco sorriso amarelado
  Brinca com os humanos que não entendem o que é ser
Mesmo sabendo como tu/eu funcionam não adianta
  A mesma vontade que tenho de te arrancar daí se vai
Quando me vicio em tua química que tanto agrada.

  Sei que há algo lá fora que te ajuda a ser mais cruel
O tal do destino qual nunca mostra a cara
  Que se junta a você pra torturar o máximo que podem
Enquanto tu com tua cruel falsidade dá brilho aos olhos da amada
  Teu maldito companheiro a faz forma nada querer
E daqui de baixo ouço suas gargalhadas quando se mostra o resultado.
 
 Hipotálamo que amo que odeio, que desprezo e saboreio...
          Quando me deixará em paz?

1 comentários:

Raquel Ribeiro 29 de agosto de 2011 às 15:17  

Querido Mark
Este em sua crueldade te faz dependente!
Belo prosear cerebral!

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